quinta-feira, 5 de março de 2020

Basta uma só palavra


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“E, entrando Jesus em Cafarnaum, chegou junto dele um centurião, rogando-lhe, E dizendo: Senhor, o meu criado jaz em casa, paralítico, e violentamente atormentado. E Jesus lhe disse: Eu irei, e lhe darei saúde. E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar.”
Hoje, o desejo do meu coração é que através dessa mensagem escrita seu coração seja fortalecido e se encha de fé e esperança.
Que demonstrações de fé incontestáveis de fé tremendas – capazes de nos renovar e ensinar – são narradas nos Evangelhos, sem dúvida os Evangelhos são inspirações de fé! E para mim creio ser essa, a demonstração de fé do centurião de Cafarnaum uma das mais extraordinárias de toda Bíblia – que exemplo fantástico! Ele possuía um criado doente, e foi a Jesus rogar por ele, Jesus movido pela sua humildade e submissão e também pelo bem estar do criado, atende sua súplica e diz: “Eu irei, e lhe darei saúde”.
Aqui já aprendemos algo notável no centurião, quando ele responde: “Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado”. Ele expressa profunda reverência e temor a Jesus, e logo em seguida ele pronuncia uma das declarações de maior expressão de fé nas Escrituras, dizendo a Jesus: “Mas dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar”.
Que afirmação maravilhosa foi essa! A fé, a convicção, a certeza do centurião foram tão descomunais que fizeram Jesus ficar impressionado: “E maravilhou-se Jesus, ouvindo isto, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé”. Essa é a única passagem que mostra Jesus sendo impactado por alguém. Que exemplo de fé para nós, que confiança em Deus, que conhecimento do Seu poder – “BASTA UMA PALAVRA”.
É isso o que eu quero ensinar a você, você notou? Você ouviu o que disse o centurião? “Uma só palavra”, da parte de Deus, apenas isso, e tudo pode ser mudado! Olhe a sua volta, veja toda essa adversidade que você está passando, quão grande, quão colossal, quão diabólica… É praticamente impossível que haja solução, cura, saída… Você está totalmente perdido e confuso! Mas para Deus basta que Ele diga: “uma palavra”, uma só palavra e tudo isso que você está passando pode mudar. Meu Deus! Por que temos dificuldade de crer em tão grande poder?
Amado irmão creia comigo, quão encorajadoras são essas palavras! Mesmo nesse estado sem solução que você se encontra, basta um só movimento do seu pensamento, uma só vibração do seu ser e você será liberto desse pecado instantaneamente, e poderá ser santificado, transformado como Isaías (Is. 6). Uma simples ordem de Deus e toda essa tribulação, dor, adversidade, por mais terrível que pareça, pode desaparecer – uma só palavra!
Você logo pergunta: então porque ele não libera essa palavra? Porque Ele está esperando você crer, Ele está esperando você ser ousado o suficiente como o centurião e dizer para os seus problemas, para seus pecados, dores e doenças, Ele está esperando você dizer para o diabo e o inferno que estão te atormentado: “basta meu Deus dizer uma palavra e vocês todos virão à baixo”Ele está esperando você dizer para Ele próprio: “eu confio no Senhor,eu creio no Seu grande poder, Tu tens tanto poder e magnificência que só uma palavra é suficiente! Você teria audácia de crer nisso?
Pois é, se assim for, você não só deixará o seu Senhor e Mestre maravilhado, mas da mesma forma que o centurião terá a resposta a sua causa: “E naquela mesma hora o seu criado sarou”. Louvado seja o nome do Senhor! Que nós venhamos a descansar em tão grandes promessas e saber que nosso Deus, com sua poderosa palavra, está no controle de tudo!


quarta-feira, 4 de março de 2020

O que são os livros apócrifos?


Os livros apócrifos são livros que não fazem parte da lista oficial da Bíblia. Os livros apócrifos podem ter valor histórico e moral mas não foram inspirados por Deus, portanto não servem para formar doutrinas (ensinamentos fundamentais). A Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa aceitam alguns livros apócrifos como parte da Bíblia.

“Apócrifo” vem de uma palavra grega que significa “oculto”. A Bíblia tem 66 livros que todas as igrejas aceitam como inspirados por Deus. Vários outros livros relacionados mas não inspirados também foram escritos ao longo do tempo. Esses livros são chamados livros apócrifos, porque não fazem parte da Bíblia (foram “ocultados” da Bíblia, para evitar heresias e confusões).

Os livros apócrifos podem ter informação interessante e útil mas também têm ensinamentos duvidosos, que contradizem o resto da Bíblia. Alguns têm histórias fantasiosas e erros históricos. Seus ensinamentos não têm o mesmo valor que a palavra de Deus (2 Pedro 1:16). Por isso, não são publicados junto com a Bíblia. Não é bom misturar a verdade com o erro.

Quais são os livros apócrifos aceites pela Igreja Católica?

A lista dos livros apócrifos aceites pela Igreja Católica é:

  • Tobias
  • Judite
  • A Sabedoria de Salomão
  • Eclesiástico
  • Baruque (e a Carta de Jeremias)
  • 1 e 2 Macabeus
  • Trechos acrescentados a Ester
  • Trechos acrescentados a Daniel

Esses livros são chamados de “deuterocanônicos” na Igreja Católica, porque somente foram oficialmente aceites como divinamente inspirados em 1546 d.C. Todos esses livros apócrifos pertencem ao Antigo Testamento e não são aceites pelos judeus como sendo inspirados por Deus.

  • 1 e 2 Esdras
  • A Oração de Manassés
  • 3 e 4 Macabeus
  • Salmo 151

Como foram escolhidos os livros oficiais da Bíblia?

No século IV havia muitos livros em circulação nas igrejas mas nem todos eram autênticas. Para evitar heresias e ensinamentos contraditórios, a igreja primitiva decidiu fazer uma grande investigação para decidir quais eram autênticas (1 Tessalonicenses 5:21).

Os líderes das igrejas e estudiosos cristãos se juntaram em concílios e investigaram cada livro. Apenas os livros com evidência sólida de autenticidade foram incluídos na Bíblia, deixando de fora todos os livros que deixassem dúvidas.

Os livros apócrifos aceites pela Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa não foram aceites como divinamente inspirados nesses concílios mas eram livros populares, considerados úteis. Eram um pouco como os livros que muitos cristãos escrevem hoje em dia – esclarecedores, mas não têm a mesma autoridade que a Bíblia